Decorrências de um dia a dia repleto de esquisitices e anormalidades; pessoas insuportáveis, pessoas insubstituíveis; amigos verdadeiros, falsos amigos; professores bons e outros simplesmente estúpidos; abraços reconfortantes; abraços nojentos; olhares ofuscantes; olhares revigorantes; apertos de mãos sinceros; apertos de mão robóticos; musicas de péssima qualidade sonora, sessões relaxantes em notas musicais. Programas tediosos, doses de conhecimento em minutos na rede nacional. Textos alienados, sentimentos transcritos em papel; falas ensaiadas e declarações espontâneas. Livros sobre personagens inexistentes, não por serem fictícios, mas por não trazerem nada a se acrescentar às nossas vidas. E simples personagens com quem nos identificamos e reconhecemos pequenas características que vemos refletidas em nossos atos e atitudes. Coisas simples que nem todos observam, mas que faço questão de reparar e delas retirar minhas conclusões. Pequenas ações insignificantes para indivíduos ignorantes e fundamentais para pessoas que querem aprender algo promissor. Aprender, mesmo que seja com seus próprios erros, ou até mesmo com erros de outras pessoas. Ver o que há de errado no mundo em que vivemos e tentar mudar, fazer diferente, completamente diferente. Olhar em volta e perceber que contribuiu em algo para que esse mundo seja melhor. Um mundo mais seguro de se viver. Mas não falo de segurança material, segurança do corpo, e sim de segurança sentimental, poder ter certeza de que ninguém magoará seus sentimentos, que ninguém magoará seu ingênuo coração. Ter a convicção de que seus puros sentimentos não serão jogados morro a baixo.
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